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quinta-feira, 25 de abril de 2013

Braima Camará na primeira pessoa

Durante o seu périplo pelo país, por mar, estradas asfaltadas e de terra batida que teve inicio em Bubaque e com o seu terminus no Circulo 26, para contactar de perto com as estruturas  locais, de zona, sectoriais e regionais do Partido, no sentido de melhor conhecer o seu funcionamento, as suas dificuldades e a forma como cada um deles e assim melhor reestruturar a sua Moção de Estratégia que apresentará no VIII Congresso Ordinário do PAIGC, foi possível recolher algumas ideias interessantes do que pensa fazer e defender o candidato Braima Camará, em pról do nosso grande partido libertador.

Em resumo, sigam com bastante atenção, as frases seleccionadas nos diferentes improvisos que Braima Camará fez nas suas diferentes intervenções ao longo das suas visitas de constatação in loco da situação actual do Partido.

Em Bubaque:


"a liderança que represento, enquanto candidato à Presidente do PAIGC, considera que o respeito e dignificação das estruturas e das lideranças locais e nacionais do Partido é o único caminho que pode conduzir ao seu próprio fortalecimento". 

"o Partido deve crescer e consolidar-se a partir do seu interior, abrindo-se depois à sociedade e na linha da defesa deste princípio, assim sendo, comprometo-me a respeitar as estruturas nacionais e locais do Partido, privilegiando a sua auscultação prévia sempre que as decisões a tomar sejam de importância estratégica para a vida do Partido".

"Embora estejamos convencidos que a nossa candidatura recolhe o apoio da grande maioria dos Combatentes da Liberdade da Pátria, dos jovens, mulheres e homens do nosso Partido, quero assegurar-vos que respeitarei os resultados que saírem do VIII Congresso do PAIGC, desde que as eleições decorram de forma livre, justa e transparente. Todos seremos poucos para cumprir os nobres objectivos que pretendemos para o nosso país".

Em Bolama:

"a força de um Partido resulta do grau de participação dos seus militantes na reflexão e debate de ideias no interior do Partido e neste contexto considerou que o debate deverá ser franco e aberto, sem tabus, e respeitar as estruturas do Partido e que a própria força do Partido resulta ainda da capacidade e da entrega dos militantes ao trabalho partidário, no seio das estruturas do Partido e da sociedade".

"a tarefa principal da nova liderança que represento terá como principal missão o reforço do diálogo político interno e o aprofundamento do debate de ideias no seio do Partido e comprometo-me a fazer tudo o que for possível para criar todas as condições de liberdade para que o debate e a reflexão no interior do Partido não tenham quaisquer condicionamentos".

Em Gabú:


"os valores tais como a liberdade, a justiça, a paz, a democracia, o respeito da lei, da autoridade e dos direitos humanos" deverão constituir-se em "valores essenciais da nossa luta por uma sociedade mais aberta, moderna, inclusiva e solidária".

"a estabilidade política é condição essencial para o sucesso de qualquer projecto de governação" 


"a liderança que represento tudo fará para assegurar essa estabilidade, através de acordos com outras forças políticas representadas no parlamento".

"Lutaremos para que a todos seja assegurada igualdade de oportunidades no acesso a formação e a emprego, para que o respeito pela diversidade cultural e pela tradição sejam uma realidade, para que o mérito seja o factor de promoção a orientar a vida política e social do país".

"a luta contra a corrupção e o enriquecimento ilícito, contra a impunidade, contra o crime organizado merecerá a nossa atenção permanente. Sabemos que só com base em alicerces sólidos poderemos construir a sociedade mais justa, solidária e inclusiva por que lutamos".

"a luta por melhores condições de vida para o nosso povo, a formação e a criação de emprego para os nossos jovens e a valorização dos nossos recursos são preocupações que estarão sempre presentes no nosso pensamento e na nossa acção".

Em Bafatá:


" trata-se de uma candidatura que se assume por uma Liderança Democrática e Inclusiva, proporcionando uma vida partidária cada vez mais participada a todos os militantes, que se propõe dar expressão aos interesses dos militantes e que apela à força que existe em cada um e em todos nós, para empreendermos o processo de mudança de que o PAIGC precisa".

"esta é uma candidatura vinculada aos valores do partido, a um projeto de democracia política, económica, social e cultural, mas essencialmente orientado com base nas premissas de um partido de massas, aberto e independente, daí ter assumido de forma aberta e militante os valores que esta candidatura representa".

"a minha candidatura está profundamente ligada às inquietações e aspirações legítimas da maioria dos militantes, simpatizantes e amigos, por um Partido melhor e cada vez mais forte. Uma candidatura que, na defesa dos direitos e conquistas que dão dignidade ao nosso viver colectivo e quotidiano, assume o direito à felicidade e à realização dos militantes como parte inteira do partido do progresso, da inovação e dos seus militantes".

"dirijo-me a cada um e a todos nós, homens, mulheres, jovens e velhos não apenas para apoiarem a minha candidatura, mas para que a encarem como vossa, fazendo-a ser parte das vossas aspirações, projetos e lutas. Trata-se de uma candidatura da expressão da vontade colectiva de mudança em torno de todos os que confiam, agem e lutam por um futuro melhor para o nosso glorioso partido e consequentemente para a Guiné-Bissau. Foram estas as razões, entre outras, que motivaram uma resposta positiva de profunda convicção aos convites que me chegaram das mais variadas camadas da nossa sociedade em geral, e do Partido em especial desde Veteranos e Antigos Combatentes, Dirigentes, Militantes, Quadros Técnicos, até Deputados, Juventude, Militantes Sindicalizados e em especial das Mulheres".

"antes de ponderar sobre os convites várias foram as questões que coloquei a mim mesmo e a todos quantos me lançaram este estimulante desafio. As respostas que recebi, que corporizavam um verdadeiro projecto de relançamento, reforço e modernização do PAIGC, satisfizeram-me por completo e incidiam nomeadamente sobre a reconciliação da família PAIGC na medida em que penso que só um militante da unidade, da coesão e da solidariedade que considero ser, pode aspirar a dirigir o PAIGC, a colocação da minha liderança ao serviço de um projecto inclusivo, na base da democracia interna, da verdade e da transparência, da promoção do mérito, a par da valorização da participação dos Combatentes de Liberdade da Pátria no projecto, na sua dupla qualidade de promotores da independência e “firkidjas” do desenvolvimento, os quais devem contribuir para a resolução dos problemas do país".

Em S. Domingos:
"não estou em campanha legislativa ou presidencial, mas sim em contacto com as estruturas do Partido para contactar in loco com os seus responsáveis no sentido de poder melhorar substancialmente a sua Moção de Estratégia que temos que apresentar no VIII Congresso Ordinário do PAIGC".

"o projecto que me sustenta defende uma liderança democrática, responsável, congregadora, moralizadora e participativa, como condição sine qua non para fazer face aos imensos problemas que o nosso partido tem vivido nestes últimos anos causando-lhe um enorme retrocesso nunca visto na sua história por ter adoptado política do afastamento arbitrário dos seus dirigentes  quadros e militantes, como consequência de uma liderança personalizada, autoritária e com certa prepotência baseada em intrigas, clientelismo e sectarismo".

"É perante esta herança que nos propomos de forma determinada, militante e patriótica a encontrar como solução um modelo de liderança com base numa permanente responsabilização dos militantes, cultivando o espírito de franqueza, de interajuda e de camaradagem".

Em Ingoré:

"o projecto que lidero vai bater-se pela promoção da cultura de mérito e respeito pela verdade, combatendo paralelamente o medo, a mentira, o servilismo, sectarismo e o nepotismo e estimulando de forma responsável a cultura de trabalho, meritocracia, em detrimento da promiscuidade, em pleno respeito pelas regras democráticas e na promoção dos valores de coesão e de reforço de unidade interna, com espírito de perdão, de reconciliação nacional, de crítica e autocrítica".

"é importante desencadearem-se reflexões sobre a necessidade de existência de sensibilidades e as condições que viabilizem o seu funcionamento no respeito das regras democráticas e estatutárias e ao mesmo tempo levar a cabo accoes visando aprofundar o posicionamento ideológico do Partido compatível com os fins da sua criação".

Em Cacheu:

"o nosso projecto visa uma liderança democrática e inclusiva, e nesta perspectiva consideramos que o futuro e o bem-estar do PAIGC e da Guiné-Bissau, em especial, passam pela realização do VIII Congresso Ordinário, que podemos desde já considerar como uma missão libertadora que temos enquanto militantes cumprir, para com este partido em especial e o país em geral nessa magna reunião do partido".

"ser ou não do PAIGC, sabemos que, nos últimos dez anos a esta parte, várias crises graves abalaram de forma progressiva toda estrutura política do PAIGC, atingindo desta forma o país. Essas crises cíclicas que vêm abatendo sobre o PAIGC correspondem às crises políticas que vêm igualmente grassando no nosso país".

"a resolução duradoura dos problemas do país passam necessariamente pela resolução dos problemas do PAIGC. Pois, esta relação entre o PAIGC e a Guiné-Bissau prende-se com o estatuto histórico e a dimensão nacional internacional do nosso grande partido".

Em Cantchungo:
"Este mau estar que hoje mais do que nunca se vive no interior do partido e com reflexos no país tornou evidente que o caminho que está a ser conduzido o partido não é melhor, e nem corresponde aos ideias que nortearam sua fundação enquanto partido portador de valores de sociedade moderna".

"há uma urgente necessidade de o PAIGC dotar-se de um novo rumo, à altura dos desafios actuais, capaz de unir e congregar os guineenses em geral e os militantes, simpatizantes e amigos do Partido em especial, em torno dos grandes ideais de reconciliação e unidade, o interesse das camadas menos privilegiadas da nossa terra, por um lado e, por outro, fazer com que o partido pertença cada dia mais aqueles que são capazes de torná-lo um instrumento eficaz para a construção da Democracia Participativa,do Estado do Direito Democrático, da Liberdade, da Paz, do Progresso e da Felicidade e do bem estar para todos os Guineenses independentemente do estatuto social".


Em Mansabá:


"estamos no fim de um ciclo e urge renovarmos as nossas estruturas a todos os níveis e devemos levar a cabo este processo com muita transparência, muito respeito, muita responsabilidade e sobretudo pensando e colocando o PAIGC acima de todos e de tudo, pois temos que reconstruir um novo PAIGC, reconciliado, unido e capaz de criar as condições para unir os guineenses, porque temos que ter em devida conta que o nosso Partido se confunde com a própria Guiné-Bissau e nós queremos e defendemos acima de tudo um país sem ódio, sem tribalismo, acreditando no que este país pode alcançar e neste contexto, é preciso somente acreditarmos e sermos patriotas para que possamos tirar a nossa terra da situação onde se encontra".

"somos um pais pobre, falta-nos sim oportunidades, paz e estabilidade para podermos construir uma pátria unida, reconciliada e verdadeiramente virada para um desenvolvimento sustentável e tudo isso só depende de nós guineenses".

"comigo a frente dos destinos do Partido é sinónimo de paz e de concórdia e eu não estou comprometido com ninguém e posso dialogar sem reservas com todos os guineenses e para isso é preciso deixarmos de lado e de forma definitiva as intrigas, o diz que diz, os perniciosos oportunismos e lutarmos em defesa do culto da verdade, do respeito, da reconciliação e da unidade".

Em Farim:
"apesar de estarmos convencidos que a nossa candidatura recolhe o apoio da grande maioria dos Combatentes da Liberdade da Pátria, dos jovens, mulheres e homens do nosso Partido convido-os a levarmos a cabo as primeiras primárias na história da democracia interna do PAIGC e quero-vos assegurar que respeitarei os resultados que saírem deste exercício que só nos dignifica e enaltece o Partido dos Combatentes da Liberdade da Pátria, pois a força de um Partido resulta do grau de participação dos seus militantes na reflexão e debate de ideias no interior do Partido. O debate deverá ser franco e aberto, sem tabus, e respeitar as estruturas do Partido e eu pretendo comigo na Presidência do Partido promover a capacidade e o mérito mediante do resultado saído da capacidade e da entrega dos militantes ao trabalho partidário, no seio das estruturas do Partido e da sociedade".

Na Comissão Política do SAB:
 “denuncio com muito vigor e determinação as manobras maquiavélicas que estão sendo urdidas por um grupo de dirigentes, que a coberto da sua actual situação querem impor uma candidatura à margem dos próprios Estatutos do PAIGC, numa clara e flagrante actuação que pode pôr em causa a própria sobrevivência do Partido de Cabral”.

"Ao tentar impor ilegalmente a candidatura de Carlos Correia, acompanhado de Estatutos revistos que de forma incompreensível e retrograda voltam a querer fazer surgir o centralismo democrático, o fim das sensibilidades no seio do PAIGC, a criação de um Presidium com capacidade para impor um Primeiro-Ministro à margem das decisões dos órgãos estatutários, nomeadamente o Bureau Político e o Comité Central, com a agravante ainda deste órgão albergar no seu seio como membro de pleno direito o Presidente da Comissão de Veteranos, estamos sem nenhuma duvida a criar as condições para uma guerra interna no PAIGC, com todas as suas consequências que isso pode representar para o futuro do nosso grande e histórico".

“defendo um processo transparente e a necessidade de uma reconciliação saudável e transparente, mas não imposta através de subterfúgios contrários aos princípios aceites pelo partido, pois de contrario estaremos a trair os princípios de Cabral e dos Combatentes da Liberdade da Pátria. A nossa única saída possível e aceite pelo conjunto das sensibilidades existentes no nosso seio, é respeitarmos escrupulosamente os nossos Estatutos, lutar pela verdade e pela dignidade, dar oportunidade aos que desejam redimir-se e encorajá-los a abraçar uma nova oportunidade que o próprio partido lhes pode proporcionar para que todos e de forma responsável, militante e patriótica possamos tornar mais coeso o nosso partido e consequentemente o nosso próprio país".
 
"Ao tentarem impor ilegalmente a candidatura de Carlos Correia, acompanhado de Estatutos revistos que de forma incompreensível e retrograda voltam a querer fazer surgir o centralismo democrático, o fim das sensibilidades no seio do PAIGC, a criação de um Presidium com capacidade para impor um Primeiro-Ministro à margem das decisões dos órgãos estatutários, nomeadamente o Bureau Político e o Comité Central, com a agravante ainda deste órgão albergar no seu seio como membro de pleno direito o Presidente da Comissão de Veteranos, estamos sem nenhuma duvida a criar as condições para uma guerra interna no PAIGC, com todas as suas consequências que isso pode representar para o futuro do nosso grande e histórico".
 
Reunião com os jovens:
“Expresso as minhas esperanças em sair vitorioso no VIII Congresso Ordinário e prometo profundas mudanças no funcionamento interno do PAIGC, pois só funcionando bem, com dinamismo, rigor, competência e um elevado espírito de militância para servir o nosso grande partido, poderemos, com efeito produzir as mudanças que todos desejam para fazer uma vez mais do Partido de Cabral a mola impulsionadora do nosso desenvolvimento e nesta perspectiva os jovens ocuparão, como ontem na fase de aluga Armada de Libertação Nacional o seu espaço, o seu verdadeiro lugar e consequentemente as melhores oportunidades surgirão, mediante novas políticas, novas estratégias, novos projectos e consequentemente novas esperanças".

"Há que terminar com os wargas, as drogas, os maus vícios a que os jovens foram condenados a buscar para fazerem face a falta de oportunidades, quer ao nível da formação, quer ao nível dos empregos. Temos que implementar novas e consentâneas políticas quer nos domínios da educação e formação, quer em novas oportunidades de emprego ou de trabalho e criar estratégias que levem os jovens a voltarem a acreditar que eles devem ser a mola mestra impulsionadora do desenvolvimento político, económico, social do nosso país".

Braima Camará assumidamente Candidato a Presidente do PAIGC

O candidato a Presidência do PAIGC no seu VIII Congresso Ordinário, camarada Braima Camará reafirmou perante a Comissão de bons ofícios criado sem unanimidade pela Comissão Permanente do Bureau Político do PAIGC a sua firme determinação de prosseguir com o seu projecto de "liderança democrática e inclusiva".

 Braima Camará foi não somente firme, mas igualmente convicto na explanação e na defesa do projecto que lidera e perante a Comissão de bons ofícios deixou bem claro que a sua postulação ao cargo de Presidente do PAIGC "era um dever e um imperativo nacional e que hoje mais do que nunca, pelos apoios inequívocos que tem recebido de todos os quadrantes da vida interna do PAIGC, nomeadamente dos Combatentes da Liberdade da Pátria, de um número impressionante de dirigentes dos órgãos partidários do partido, bem como dos jovens e mulheres a sua decisão é irrevogável".

Já na passada quinta-feira, a mesma Comissão de bons ofícios tinha mantido uma reunião de mais de quatro horas com Braima Camará e na ocasião o candidato deixou bem claro que era irreversível a sua decisão de se manter candidato e que não aceitaria de nenhuma maneira que acções que colidam frontalmente com os Estatutos sejam aplicados.

Quando visitou a Sede da Presidência Política do PAIGC no Sector Autónomo de Bissau na passada sexta-feira, dia 19 de Abril, o candidato à Presidência do PAIGC, Braima Camará, acompanhado de uma importante delegação da sua Directoria de Campanha, integrada pelos camaradas Marciano Silva Barbeiro, Isabel Buscardini, Oscar Barbosa, Dembo Djité, Dinis Cabelol Na Fantchamna, Carlos Mussá Balde, Carlos Cassamá, Hipolito Mendes, o líder do Projecto "Por uma liderança democrática e inclusiva", deixou bem claro na sua exposição que fez perante os membros da Comissão Política do SAB que a sua candidatura ao cargo de Presidente do PAIGC era irreversível.

Braima Camará fez perante a Comissão Política do SAB uma exposição onde resumiu as grandes linhas do projecto que lidera e denunciou com muito vigor e determinação as manobras maquiavélicas que estão sendo urdidas por um grupo de dirigentes, que a coberto da sua actual situação querem impor uma candidatura à margem dos próprios Estatutos do PAIGC, numa clara e flagrante actuação que pode pôr em causa a própria sobrevivência do Partido de Cabral.

"Ao tentar impor ilegalmente a candidatura de Carlos Correia, acompanhado de Estatutos revistos que de forma incompreensível e retrograda voltam a querer fazer surgir o centralismo democrático, o fim das sensibilidades no seio do PAIGC, a criação de um Presidium com capacidade para impor um Primeiro-Ministro à margem das decisões dos órgãos estatutários, nomeadamente o Bureau Político e o Comité Central, com a agravante ainda deste órgão albergar no seu seio como membro de pleno direito o Presidente da Comissão de Veteranos, estamos sem nenhuma duvida a criar as condições para uma guerra interna no PAIGC, com todas as suas consequências que isso pode representar para o futuro do nosso grande e histórico".

Braima Camará voltou a defender a necessidade de uma reconciliação saudável e transparente, mas não imposta através de subterfúgios contrários aos princípios aceites pelo partido, afirmando ipsis verbis, "de contrario estaremos a trair os princípios de Cabral e dos Combatentes da Liberdade da Pátria" para continuar afirmando "a nossa única saída possível e aceite pelo conjunto das sensibilidades existentes no nosso seio, é respeitarmos escrupulosamente os nossos Estatutos, lutar pela verdade e pela dignidade, dar oportunidade aos que desejam redimir-se e encorajá-los a abraçar uma nova oportunidade que o próprio partido lhes pode proporcionar para que todos e de forma responsável, militante e patriótica possamos tornar mais coeso o nosso partido e consequentemente o nosso próprio país".

De se salientar que na sua deslocação à Sede Nacional do PAIGC para ser de novo confrontado pela Comissão de bons ofícios, Braima Camará foi acompanhado por cerca de uma centena de dirigentes, deputados da nação, quadros técnicos do partido e por militantes de base das diferentes estruturas do PAIGC no Sector Autónomo de Bissau.

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Braima Camara no Consulado Geral da Mauritânia



A exemplo do que tem vindo a acontecer, Braima Camara explicou as razoes e os fundamentos da sua candidatura e o muito que espera da Mauritânia "um país com o qual mantemos uma relação muito especial".

O Consul mauritaniano exprimiu a sua convicção de que há necessidade do PAIGC reconciliar-se internamente e criar uma unidade interna capaz de
fazer ultrapassar as velhas e permanentes clivagens internas "que só favorecem os vossos adversários e vos enfraquece na hora de tomada das grandes decisões".

Ahmed Tidjane Kane realçou a seguir o importante papel que Braima Camara joga a favor e na defesa da comunidade mauritaniana pelo seu notável trabalho que desenvolve enquanto Presidente da CCIAS "onde a sua capacidade de liderança é o factor da sua unidade, coesão e excelente prestação".

"As relações entre  os nossos países é nao so excelente como promissor e neste contexto, temos que reconhecer o nosso primeiro presidente Ould Dadah era um visionário que já vaticinava este relacionamento e esta cooperação, que desejamos cada vez mais reforçadas consolidada" defendeu o Cônsul Geral da Mauritânia, para de seguida informar que no seu país existe uma comunidade de guineenses, bem superior ao número de mauritaniana que se encontram na Guiné-Bissau, para no final desejar que o PAIGC "saia mais reforçado e consolidado do seu Congresso, porque queremos veementemente uma solução durável e que este país irmão encontre finalmente seu caminho e neste contexto pensamos igualmente como o conjunto da comunidade internacional no sentido de que a transição não pode durar uma eternidade".

Anmed Tidjane Kane desejou um bom congresso ao PAIGC e considerou que "a proliferação de candidatos em um notavel exercício democrático próprio dos grandes partidos, pois o que interessa é que o PAIGC saia unido e coeso, pois a confusão não é só desejada como estimulada pelos vossos adversários".

Baima Camara em resposta agradeceu as palavras encorajadoras do Cônsul Geral da Mauritânia e disse que iria continuar os seus esforços no sentido de ganhar as eleições internas do PAIGC, e que nessa qualidade seria mais fácil poder contribuir para o reforço da amizade e cooperação guineense-mauritaniana". 

O candidato a Presidência do PAIGC recebe agrupamento de jovens


 O Movimento de Jovens, conhecido por "AGORÁ" foi recebida pelo camarada Braima Camara, candidato a liderança do PAIGC recebeu e dialogou com uma dezena de jovens, numa troca de pontos de vista, versando o futuro e a inserção dos jovens no desenvolvimento do país.

O Presidente desta organização juvenil, que apoia o PAIGC, Geremildo Malaca, que  considerou, depois de ter enumerado os grandes problemas que os jovens têm  enfrentado, "não ter sido elaborada nem uma estratégia e muito menos uma política virada para a resolução dos seus problemas, facto que tem contribuído para a degradação da vida social de uma grande camada de jovens, hoje embrenhados no mundo do "warga", da droga, da delinquência juvenil, da prostituição e outros males que têm grassado de forma inexorável e preocupante no seio da juventude guineense".


Geremildo Malaca disse ser "para os jovens uma esperança o surgimento de um novo PAIGC, reconciliado, unido e coeso para poder promover novas e mais consentâneas políticas que possam ir ao encontro das nossas legitimas esperanças", daí que para o Agrupamento AGORÁ "o VIII Congresso do PAIGC seja por nós e para toda a juventude guineense aguardada com renovadas esperanças"


O Coordenador-Geral do Projecto "Por uma liderança democrática e inclusiva" Marciano Silva Barbeiro, membro do Bureau Político do PAIGC disse aos jovens que "um novo amanha está já a despontar com o surgimento de uma nova liderança no nosso Partido, dai o meu apelo a que tenham mais esperanças e acreditarem que uma nova oportunidade será dada aos jovens guineenses, mediante uma nova estratégia e política que vos conferirá mais oportunidades para singrarem na vida e no desenvolvimento do nosso país".


O Candidato Braima Camará expressou as suas esperanças em sair vitorioso no VIII Congresso Ordinário e prometeu profundas mudanças no funcionamento interno do PAIGC, "pois só funcionando bem, com dinamismo, rigor, competência e um elevado espírito de militância para servir o nosso grande partido, poderemos, com efeito produzir as mudanças que todos desejam para fazer uma vez mais do Partido de Cabral a mola impulsionadora do nosso desenvolvimento e nesta perspectiva os jovens ocuparão, como ontem na fase de aluga Armada de Libertação Nacional o seu espaço, o seu verdadeiro lugar e consequentemente as melhores oportunidades surgirão, mediante novas políticas, novas estratégias, novos projectos e consequentemente novas esperanças".


Para Braima Camara, "há que terminar com os wargas, as drogas, os maus vícios a que os jovens foram condenados a buscar para fazerem face a falta de oportunidades, quer ao nível da formação, quer ao nível dos empregos. Temos que implementar novas e consentâneas políticas quer nos domínios da educação e formação, quer em novas oportunidades de emprego ou de trabalho e criar estratégias que levem os jovens a voltarem a acreditar que eles devem ser a mola mestra impulsionadora do desenvolvimento político, económico, social do nosso país".


"Sou jovem, conto com os jovens, sem contudo esquecer os velhos, que devem ser os nossos conselheiros, para podermos transformar o nosso partido, a nossa terra", disse ainda Braima Camará.

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Braima Camara na Embaixada da Republica Popular da China


O Embaixador Li Baojun da Republica Popular da China em Bissau expressou esperanças em ver o PAIGC verdadeiramente reconciliado e unido para poder face aos grandes desafios que aguardam a Guiné-Bissau.

O diplomata chinês defendeu a urgente necessidade do país se reencontrar com a sua história e os seus valores culturais para cimentar não só a unidade do povo guineense, mas sobretudo e principalmente para preservar a própria independência e dignidade do povo guineense.

Li Baojun afirmou conhecer e acompanhar de perto o exercício democrático em curso no seio do PAIGC para a eleição do seu novo líder no decurso do seu VIII Congresso Ordinário e mostrou saber as grandes linhas de força que orientam as opções estratégicas para o Partido que o Projecto "Por uma Liderança Democrática e Inclusiva" defende.

Por seu turno, o candidato Braima Camará após ter relembrado o papel de primeiro plano que o Partido Comunista da China e a Republica Popular da China desempenharam no processo que conduziu o povo guineense na sua luta de libertação nacional sob a liderança do PAIGC.

De igual modo, considerou que a Republica Popular da China tem continuado a dar a sua inestimável contribuição no processo de desenvolvimento da Guiné-Bissau, em diferentes e importantes sectores, tais como na saúde, infra-estruturas e agricultura.
Braima Camara garantiu, caso vença o Congresso, a sua prioridade será dada ao reforço sustentável em novos moldes da cooperação e amizade entre o Partido Comunista da China e o PAIGC e caso venha o nosso Partido a ganhar as próximas eleições legislativas, os níveis da cooperação entre os dois países irmãos e amigos de longa data será priorizada e reforçada a todos os níveis.

Viuvas dos Combatentes da Liberdade da Pátria convidam Braima Camara


As viuvas dos Combatentes da Liberdade da Pátria reunidas numa jornada de reflexão dedicada a analise dos desafios sociais com os quais se confrontam no seu dia-a-dia, fizeram questão de receber a visita do camarada Braima Camara, actual Presidente da Camara de Comercio, Industria, Agricultura e Serviços em regime de suspensão voluntária de mandato e actual candidato a Presidência do PAIGC.
Na ocasião ficou realçado o papel e o empenhamento do camarada Braima
 Camara na criação das condições mínimas de funcionamento da Associação de Viuvas dos Antigos Combatentes da Liberdade da Pátria (AVACOG), quando por decisão do mesmo foi-lhes facultado 50 licenças e alvarás para exercício de actividades empresariais e de meios financeiros para permitir igualmente o arranque dos seus projectos.

Braima Camara disse que as mulheres não são somente um factor de desenvolvimento e de combate a pobreza, como igualmente promotoras da paz, unidade e reconciliação nacional, tendo-lhes igualmente posto ao corrente a sua real intenção de se candidatar à Presidência do PAIGC, não só alicerçado no facto de ser filho de um Combatente da Liberdade da Pátria, como também pelo seu dever militante e patriótico.