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quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Resposta ao Comunicado da PLATAFORMA

Press Release

O Projecto para uma Liderança Democrática e Inclusiva, depois de ter tomado conhecimento do teor do panfleto (panfleto porque não está assinado) divulgado nos órgãos de comunicação social em nome da Plataforma para a Unidade e Coesão Interna do PAIGC, vem tornar público o seguinte:

  1. Registamos com tristeza e desilusão a linguagem contida no comunicado subscrito pela Plataforma para a Unidade e Coesão Interna do PAIGC, vulgo Plataforma. Tristeza, porque para além de ofensiva e caluniosa, denota desconhecimento dos Estatutos e má-fé. Desilusão, porque contrasta com os elevados padrões ético-morais que normalmente associamos à pessoa do Camarada que encabeça o referido projecto para a liderança do PAIGC.

  1. O Camarada António Oscar Barbosa, também conhecido por Cancan, embora seja Membro da Comissão Permanente e Porta-voz do PAIGC, quando fala em nome do Projecto para uma Liderança Democrática e Inclusiva, não usa e dispensa esse estatuto, contrariamente ao que acontece com muitos respeitáveis Camaradas. Aliás, o esclarecimento público prestado pelo Camarada Cancan sobre o resultado das conferências sectoriais aos órgãos de comunicação social, foi feito na qualidade de responsável pelo Departamento de Comunicação e Marketing do Projecto e visava única e exclusivamente dissipar e esclarecer eventuais dúvidas que pudessem subsistir quanto à representatividade de cada uma das candidaturas junto às estruturas do Partido.

  1. O Projecto para uma Liderança Democrática Inclusiva lamenta que continue a persistir a falta de transparência e a promiscuidade entre a Plataforma, a Direcção Superior do Partido e a Comissão Organizadora do Congresso, o que para além de por em causa a credibilidade do processo, constitui a causa próxima dos sucessivos e inadmissíveis adiamentos do Congresso.

  1. Embora não seja parte interessada, o Projecto para uma Liderança Democrática Inclusiva não pode deixar de manifestar estranheza e preocupação ao ver a Plataforma, como se já não bastasse controlar a Comissão Organizadora do Congresso, arroga-se agora também, publicamente, a competência de dar orientações, instruções e ordens ao Conselho Nacional de Jurisdição do PAIGC.

  1. Por fim, o Projecto para uma Liderança Democrática Inclusiva faz um veemente apelo ao Camarada 1º Vice-Presidente e Presidente em Exercício do PAIGC para que peça contenção aos Dirigentes do Partido no sentido de não voltarem a baixar o nível das intervenções públicas e solicita os bons ofícios da Plataforma junto da Comissão Organizadora para que o Congresso marcado para 7 e 10 de Novembro próximo não volte a ser adiado, como tudo parece indicar, o que poderia acarretar consequências imprevisíveis.
Bissau, 17 de Outubro de 2013

Pela Coordenação do Projecto para uma Liderança Democrática e Inclusiva

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Conferência de imprensa:O Projecto “Por uma Liderança Democrática e Inclusiva” analisa resultados saídos das conferências sectoriais do PAIGC.

Dar a conhecer os resultados das conferências sectoriais realizadas recentemente em todas as regiões do país, foi o mote da conferência de imprensa concedida esta manhã, dia 14 de Outubro, pelo projecto “Por uma Liderança Democrática e Inclusiva”.

Todos os Presidentes das Comissões Políticas dos Sectores de
Cacheu, Caió, S. Domingos, Bula e Cantchungo eleitos e
pertencentes ao Projecto "Por uma Liderança Democrática e
Inclusiva" posando com os Coordenadores Marciano Silva
Barbeiro e Isabel Buscardini depois da sua vitória
Na ocasião, António Óscar Barbosa, Cancan, membro da Comissão Política do Bureau Político do PAIGC e coordenador do Pojecto para a área da Comunicação e Marketing, começou por referir que foi confirmada em absoluto a confiança que os militantes têm neste projecto, “pois das 44 conferências sectoriais, saímos vitoriosos em 32, o que significa que os militantes do partido demonstraram de forma inequívoca que acreditam na mudança profunda do PAIGC, num novo conceito e no revigoramento e modernização do PAIGC que pretendemos introduzir

Para António Óscar Barbosa, também foi confirmada em absoluto que a liderança de Braima Camará à frente deste projecto é um facto que merece ser saudado com satisfação, “porque este resultado expressa de forma inequívoca o apoio total dos nossos militantes à sua figura”.

Os Presidentes das Comissões Políticas dos Circulos 25 e 27,
respectivamente os camaradas Alanso Fati e Cumba Mané
na sede da nossa Directoria depois de terem vencido os
respectivos pleitos eleitorais das suas Zonas
De acordo com os resultados apurados, no conjunto de delegados eleitos, o projecto liderado por Braima Camará contou sempre com uma presença forte em todas as regiões do país, designadamente Gabú (Pitche-Boé, Sonaco, Pirada e Gabú), Quínara (Fulacunda, Tite, Buba e Empada), Cacheu (Caió, Cacheu, Bula, S. Domingos e Cantchungo), Bafatá (Ganadu, Contuboel, Bambadinca, Xitole e Bafatá), Oio (Nhacra, Mansoa, Mansabá), Tombali (Bedanda, Quebo e Cacine) e no SAB (todos os Círculos, menos o 26).

Estamos satisfeitos e confiantes, porque em certas regiões as nossas expectativas foram ultrapassadas, enquanto que em outras, as nossas previsões confirmaram-se e de que maneira”, diria ainda Oscar Barbosa “Cancan”, para logo prosseguir, afirmando que “no leste, norte e sul do país, os militantes votaram massivamente no projecto “Por uma Liderança Democrática e Inclusiva”, enquanto que na região de Tombali “temos uma forte presença”. Já na região de Bolama/Bijagós, “conquistamos Bubaque com uma larga maioria e Caravela, embora perdendo em Bolama e Uno, o que demonstra que os militantes do arquipélago acreditam neste projecto e que estamos no bom caminho”.

De referir que no Sector Autónomo de Bissau (SAB), o projecto “Por uma Liderança Democrática e Inclusiva”, conseguiu eleger duas mulheres para a Presidência das Comissões Políticas dos Círculos Eleitorais 24 e 25, respectivamente as camaradas Isabel Cassimo e Cumbá Mané, “o que demonstra a força das mulheres e o seu grande envolvimento neste projecto”. Aliás, no decorrer das conferências sectoriais, vale a pena salientar a participação activa das mulheres e dos jovens no desenrolar dos trabalhos, “facto com o qual este Projecto de Liderança Democrática e Inclusiva se congratula”.

Em jeito de conclusão, António Óscar Barbosa destacou a grande confiança que reina no seio do projecto e dos militantes e considerou que a vitória nas conferências sectoriais “foi total e transparente”, restando agora aguardar as conferências regionais para “consolidarmos a escolha de delegados e conduzirmos Braima Camará o mais rápido possível à presidência do PAIGC”.
 
Para nós o mais importante é irmos o mais rapidamente quanto possível para o congresso, local onde haverá uma única urna e um boletim de voto, onde cada delegado exercerá de forma democrática e em plena consciência o seu voto que elegerá o quinto líder da história do PAIGC nos seus quase 60 anos de vida e de luta”, afirmaria ainda Oscar Barbosa “Cancan”, igualmente membro da Comissão Permanente do Bureau Político do PAIGC e um dos Coordenadores do Projecto “Por uma Liderança Democrática e Inclusiva” no decurso da conferência de imprensa promovida por este projecto, para concluir, afirmando, “este processo é um exercício de plena democracia exercida internamente no seio do nosso Partido, onde não há inimigos, mas sim camaradas que lutam para implantar no PAIGC aquilo que cada um de nós pensa ser o melhor para o nosso Partido e consequentemente melhor para o povo guineenses, pois depois deste pleito interno, estaremos todos juntos, unidos, coesos e determinados a reconquistar mais uma grande vitória para o nosso PAIGC

Refira-se, por último, que a conferência de imprensa contou ainda com a presença de altos responsáveis do projecto, designadamente Diniz Na Fantchamna, Carlos Mussá Baldé e António Patrocínio, todos membros do Bureau Político do PAIGC e coordenadores do projecto para as províncias sul e leste e região centro/Bissau/Biombo, respectivamente.

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

A visão dos militantes sobre Braima Camará

Militantes do PAIGC são unânimes em afirmar que Braima Camará é a única pessoa capaz de tirar o partido da situação em que se encontra e reunificá-lo rumo aos futuros embates eleitorais. Outros há com opinião contrária, mas que prometem apoiá-lo caso a maioria votar no projecto liderado por BC.

Serifo Djaló, militante dos libertadores afirma conhecer bem o dinamismo de Braima Camará bem como a sua lucidez e maneira de reagir em qualquer circunstância. “Ele é fruto do sector privado, aliás, foi graças ao seu empenho que o sector privado guineense chegou onde está hoje”.

Para este militante, quando BC assumiu a presidência do CCIAS, “conseguiu a proeza de colocar o sector privado a falar a uma única voz. Isso representa uma grande mais-valia, já que Braima Camará vai unir todas as sensibilidades”.

Por seu lado, Luzia Cassamá, outra militante do partido, revelou que está disposta a apoiar a candidatura de Braima Camará. “Não tenho grandes relações pessoais com o candidato, mas sei que a sua candidatura é bem-vinda”, referiu.

Outro militante dos libertadores, Bubacar Djaló, de seu nome, considerou normal a candidatura de Braima Camará, adiantando que a popularidade que BC granjeou no sector privado e no estrangeiro fazem dele o homem ideal para dirigir o PAIGC.

Janice de Castro Nazaré, sem ser apoiante confessa de Braima Camará, fez questão de frisar que se “este candidato vier a ganhar o congresso, todos os militantes e dirigentes devem abraçar o seu projecto e apoiá-lo rumo aos novos desafios”, opinião idêntica partilhada pela militante Suzete Silva.

Por seu lado, Suleimane Dabó, presidente da comissão política do PAIGC da secção de Luanda e membro da JAAC, defende que o próximo presidente do partido deve ser um homem coerente e com grande capacidade de liderança. Na sua visão, o novo líder dos libertadores deve lutar pela união interna dos militantes, “de modo a que o partido possa ultrapassar os seus problemas e sair do marasmo em que se encontra”.

Alem Sanca defende uma pessoa idónea, que “esteja preparado para liderar o actual momento do país, que não pode continuar a ser adiado”.

Já Mário Cá, primeiro secretário da JAAC DO SAB e membro do Comité Central teoriza sobre o próximo líder do partido que “deve ser um homem capaz de unir toda a família dos libertadores e inspirar-se na ideologia de Cabral”, concluindo que a Guiné-Bissau “precisa de um dirigente capaz de erguer a economia nacional, rumo ao desenvolvimento sustentável”.
 
Também militante do partido, Suleimane Mané deseja que o futuro presidente tenha conhecimentos profundos sobre o partido e uma ampla visão para proceder a uma reforma profunda no seio dos libertadores.

Finalmente, Malam Nanco, um outro apoiante da candidatura de BC, afirma não ter “dúvidas de que Braima Camará será bem sucedido na liderança do partido”. Fundamenta as suas declarações, afirmando que o candidato do projecto “Por uma Liderança Democrática e Inclusiva”, possui perfil e capacidade para promover a unidade e coesão do partido, acrescentando que a liderança de Braima Camara “assentará em valores democráticos e na busca de ensinamentos para a reconciliação da família do PAIGC, condição indispensável para a consolidação da paz, da estabilidade e do progresso da Guiné-Bissau”.

 

 

As Conferências Sectoriais do PAIGC dominadas pelo Prjecto "Por uma Liderança Democrática e Inclusiva"

32 das 44 Conferências Sectoriais foram ganhas pelo Projecto
"Por uma Liderança Democrática e Inclusiva" liderado por Braima Camará
32 das 44 Conferências Sectoriais do PAIGC realizadas no conjunto do país foram claramente ganhas pelo Projecto "Por uma Liderança Democrática e Inclusiva".
 
No Sector Autónomo de Bissau (SAB) o Projecto "Por uma Liderança Democrática e Inclusiva" fez eleger 5 Presidentes de Comissão Política de Zona, nomeadamente:
 

· Isabel Cássimo reeleita no Círculo Eleitoral 24;

· Cumba Mané no Círculo Eleitoral 25;
· Alanso Fati no Círculo Eleitoral 27;
· Malam Cassamá reeleito no Círculo Eleitoral 28;
· Malam Fati no reeleito Círculo Eleitoral 29;

Um dos Coordenadores do Projecto "Por uma Liderança Democrática e Inclusiva" dará uma conferência de Imprensa nas próximas horas, depois do exame minucioso que os diferentes Coordenadores e Supervisores Provinciais, Regionais e Sectoriais estão a fazer dos diferentes resultados obtidos pelo Projecto nas diferentes Conferências Sectoriais realizadas no país.


Braima Camará líder do Projecto "Por uma Liderança Democrática e Inclusiva" encontra-se com os dirigentes timorenses em visita à Guiné-Bissau


Líder do Projecto “Por uma Liderança Democrática e Inclusiva” teve um encontro com o Primeiro-Ministro Xanana Gusmão e com o Presidente da Fretilin, Mari Alkatiri.
À margem de uma sessão oficial convocada pelo Governo de Transição com a delegação timorense para uma troca de informações sobre a situação política guineense com várias personalidades nacionais, Braima Camará manteve um encontro informal com o Primeiro-Ministro Xanana Gusmão e com Mari Alkatiri Presidente da FRETILIN, tendo sido possível ao líder do Projecto “Por uma Liderança Democrática e Inclusiva” aperceber-se que os altos dirigentes timorenses aguardam com renovadas esperanças a realização do VIII Congresso Ordinário do PAIGC e a vitória de Bá Quecuto à Presidência do PAIGC, desejando-lhe êxitos na sua missão de salvação e modernização do Partido de Amílcar Cabral.

Candidatura de Braima Camará: FRETILIN apoia projecto inclusivo


A delegação oficial da República Democrática de Timor-Leste que esteve recentemente em Bissau manifestou o seu apoio ao projecto “Por uma Liderança Democrática e Inclusiva”.

Esta revelação foi expressa no decorrer de um encontro entre Mari Alkatiri, presidente da FRETILIN e António Óscar Barbosa (Cancan), um dos coordenadores do projecto inclusivo.

No decorrer do encontro, António Óscar Barbosa, membro do Bureau Político do PAIGC, fez uma explanação da situação que o partido libertador tem atravessado nas duas últimas décadas, designadamente as vitórias obtidas em pleitos eleitorais; as dificuldades conhecidas, o 12 de Abril de 2012, data do golpe de Estado que interrompeu o processo eleitoral que estava em curso, entre outros assuntos.

Mari Alkatiri ficou ainda informado sobre o surgimento deste projecto inclusivo bem como as condições impostas por Braima Camará para aceitar liderar este desígnio.

O presidente da FRETILIN mostrou-se esperançado de que os libertadores conseguirão encontrar um novo rumo com uma liderança jovem e dinâmica, já que “o PAIGC precisa de estabilidade para o bem da Guiné-Bissau”.

Recorde-se que a Frente Revolucionária de Timor-Leste Independente, agora partido político timorense, foi o movimento de resistência que lutou pela independência de Timor-Leste, primeiro de Portugal e depois da Indonésia, entre 1974 e 1998.