Uma importante delegação constituída pelos principais apoiantes de Bothe Candé decidiu abandonar este dirigente, depois deste manifestar o seu apoio a candidatura a Domingos Simoes Pereira e continuar a reafirmar o seu indefectível apoio político ao Candidato à liderança do PAIGC, Braima Camará, apoiado pelo Projecto "por uma liderança democrática e inclusiva".
Para este grupo de importantes apoiantes das acções políticas de Botche Candé no leste do país e igualmente responsáveis directos dos sucessos eleitorais que este dirigente tem alcançado nas Regiões de BAFATÁ e Gabú, "cada um é livre de escolher o seu caminho".
Para muitos deles, "nós não somos mercadorias e nem somos robots", enquanto que outros afirmaram no encontro de apoio mantido em Bissau "o Núcleo de Botche Candé passa a ser doravante núcleo de apoio a Braima Camará".
As intervenções firmes de Braima Biai e de Sadja Camará, Mamadu Balde,
respectivamente, representantes da juventude nos Sectores de Ganadu, Bafatá e
Badora, "tudo na vida tem limites e torna-se imperdoável que haja traições
quando se luta em prol da verdade, da honra e da dignidade, razoes que nos levam
a demarcarmos-nos de Botche Candé e a reforçar o nosso apoio a Braima
Camará".
Para Maria Fernandes e Cumba Sidibé "pensar nos problemas e nos desafios importantes que o pais enfrenta deve ser um dever inquestionável, daí nos compactuarmos com traições e muito menos com actos de traição, como este praticado por uma pessoa com quem mantínhamos lealdade e profunda amizade".
Duas intervenções marcaram de forma clara esta jornada de solidariedade para com Braima Camará. uma proferida por João Saico Balde e outra por João Iaia Djalo, ambos dos mais activos colaboradores de Botche Candé, que criticaram de forma dura este dirigente, mas dando-lhe a oportunidade para repensar o seu gesto e de ter as portas abertas para um eventual regresso ao grupo.
Para Maria Fernandes e Cumba Sidibé "pensar nos problemas e nos desafios importantes que o pais enfrenta deve ser um dever inquestionável, daí nos compactuarmos com traições e muito menos com actos de traição, como este praticado por uma pessoa com quem mantínhamos lealdade e profunda amizade".
Duas intervenções marcaram de forma clara esta jornada de solidariedade para com Braima Camará. uma proferida por João Saico Balde e outra por João Iaia Djalo, ambos dos mais activos colaboradores de Botche Candé, que criticaram de forma dura este dirigente, mas dando-lhe a oportunidade para repensar o seu gesto e de ter as portas abertas para um eventual regresso ao grupo.
Para Braima Camara as opções de cada um por este ou aquele candidato é um exercício livre e aceite pela democracia, mas frisou que cada um é livre e está no seu direito de apoiar quem quiser e desejou sorte a Botche Candé, tendo sustentado que esta accao, está. ,em plena conformidade com a pratica e o exercício democrático, que o Partido Libertador desenvolve no seu seio, o que testemunha a vitalidade e a clarividência política do PAIGC.
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